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Postado em 08 de Julho de 2020 às 10h26

Nova Mutum: geração de empregos tem saldo positivo após dois meses de retração

Economia e mercados (125)
Acenm/CDL Após dois meses de saldo negativo (março e abril) por conta da pandemia de Covid-19, a geração de empregos em Nova Mutum voltou a ter saldo positivo no mês de maio. Segundo o relatório do...

Após dois meses de saldo negativo (março e abril) por conta da pandemia de Covid-19, a geração de empregos em Nova Mutum voltou a ter saldo positivo no mês de maio. Segundo o relatório do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), foram 620 admissões e 472 desligamentos, perfazendo um saldo de 148 empregos formais no quinto mês de 2020.

O setor agropecuário contratou 84 e demitiu 66 pessoas (saldo de 18). O comércio contratou 139 e demitiu 133 (saldo de 6). Na indústria foram 245 admitidos e 106 desligados (saldo de 139). Os setores com saldo negativo foram o da construção – 62 contratados e 74 demitidos – e o de serviços – 90 contratados e 93 demitidos.

BRASIL – Em nível nacional o saldo segue negativo, mas já melhorou em relação a abril. O Brasil registrou 703,9 mil admissões e 1,03 milhão de desligamentos, perfazendo saldo de menos 331,9 mil empregos em maio. Em abril o saldo foi de menos 902,8 mil empregos.

MATO GROSSO – No Estado foram 21,2 mil admissões e 22,1 mil demissões: saldo de menos 892 empregos em maio. Cuiabá, Sinop e Lucas do Rio Verde fecharam maio com saldo negativo. Já Sorriso, assim como Nova Mutum, teve saldo positivo.

Em Nova Mutum, o mês de abril de 2020 fechou com saldo de 225 postos de trabalho a menos. Foram 382 admissões e 607 desligamentos.

“Nós já esperávamos que o cenário de incertezas provocado pela epidemia fosse impactar a geração de novos empregos, o que é lamentável. Por outro lado, ficamos surpresos e felizes por ver que o número de demissões se manteve estável em março e abril, apenas caindo as admissões. Essa retomada em maio, mesmo que tímida, sinaliza para a perspectiva de retomada da economia que nós já vínhamos aguardando”, destaca o presidente da Acenm, Joelmir Faccio.

Por: Tiago Franz | Jornalista 3621SC | Ascom - Acenm/CDL

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