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Postado em 17 de Novembro de 2016 às 15h50

Empresários do setor de eletrodomésticos avançam nas decisões sobre a Reforma Tributária

Acenm/CDL Na manhã da última quarta-feira, 16, o secretário de Estado de Fazenda, Seneri Paludo reuniu-se com representantes de empresas do setor de eletrodomésticos para discutir a Reforma Tributária. A...

Na manhã da última quarta-feira, 16, o secretário de Estado de Fazenda, Seneri Paludo reuniu-se com representantes de empresas do setor de eletrodomésticos para discutir a Reforma Tributária. A reunião foi solicitada pelo presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais de Mato Grosso - FACMAT, Jonas Alves, que também esteve presente ao encontro, assim como o deputado Oscar Bezerra, coordenador-geral da Frente Parlamentar em Defesa do Setor Produtivo de Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso e vários outros deputados. Também participaram da reunião o presidente da Rede Martinello, Osvaldo Martinello, bem como os gestores da Ricardo Eletro, Gazin, Eletrokasa e Rio Móveis.

O secretário começou a reunião fazendo um panorama geral da Reforma Tributária e disse que um dos setores que sofrerá maior impacto é justamente o de eletrodomésticos. “Muitas empresas deste segmento eram enquadradas no PRODEIC e agora vão seguir a regra normal, então com certeza haverá algum aumento de tributo para elas”, explicou.

O presidente da FACMAT, Jonas Alves falou sobre sua preocupação com o futuro das empresas no estado. “Precisamos chegar a um denominador que seja bom tanto para os empresários, quanto para o governo. Não podemos deixar que se crie uma situação que inviabilize o setor, que é um dos maiores empregadores do estado”, comentou.

Depois de muita discussão, empresários e governo chegaram bastante perto de um entendimento. De acordo com Seneri, a proposta de alíquota que o segmento fez será analisada pela equipe técnica da SEFAZ e discutida com os deputados, para decidirem se é viável.

Para Osvaldo Martinello, a Reforma Tributária do jeito que está proposta é altamente positiva para o estado, à medida que há um recomeço na legislação tributária, que é necessário. “Alguns segmentos sairão mais penalizados, como é o caso do nosso, porque estávamos enquadrados no PRODEIC, fomos desenquadrados e vamos entrar na nova legislação. A nossa carga tributária vai acabar multiplicada mais ou menos por três e isso vai impactar nos preços, sem dúvida nenhuma, o que vai acarretar a diminuição do movimento econômico. Vamos ter que replanejar nosso negócio para nos adaptarmos a essa nova realidade. Ainda não temos um estudo conclusivo de quanto isso vai impactar na empresa. De qualquer forma, o nosso segmento é o que terá o maior incremento na arrecadação para o estado”, concluiu.

Fonte: Assessoria de imprensa ACC / FACMAT
Foto: Assessoria de imprensa ACC / FACMAT

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